Ômega 3

Na natureza, o óleo de peixe está na forma triglicerídeo, e para concentrar EPA e DHA a indústria costuma convertê-lo em éster etílico, um processo mais barato. Quatro dos dez produtos analisados pelo Guia Bem Avaliado declaram a forma TG na embalagem, e o guia explica por que isso serve como critério de desempate, não como linha entre bom e ruim. Depois vêm o EPA e o DHA somados em cada porção diária, a distância entre os 1000 mg estampados na frente e o ativo de fato, o programa IFOS e a origem rastreada do MEG-3, a posologia de duas ou três cápsulas, a vitamina E contra a oxidação e a linha de traços dos alérgenos.

Os 10 frascos avaliados usam óleo de peixe e cápsula feita de gelatina, e o guia destaca cinco marcas: a de maior concentração com selo IFOS, a que rastreia de onde vem o óleo, a que reúne bastante ativo em duas cápsulas, a fórmula simples de farmácia e a que rende dois meses por frasco. Nas perguntas frequentes aparecem o horário em relação às refeições, o cheiro forte da cápsula, o uso por crianças e o óleo de algas para quem não consome peixe.

Gravidez, uso de anticoagulante e cirurgia programada são situações em que o ômega 3 só entra com o aval do médico responsável pelo acompanhamento.

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